O tempo, o medo, o vento e a chuva em gotas frias
E a hora agora vira estranha em meu sorriso
Em meu sorriso o medo de todos meus segredos que tanto tento esconder
E na cidade escura e fria eu ando
Pensando tanto a seu respeito
Imaginando um fim...
E o tempo venta gotas em meus olhos
E a chuva lenta amarga e fria
Vazia pra mim, e ela ali
Que tantas vezes tentei apagar
Fugir de tudo em alguns segundos
Acreditar na minha pulsação
E agora aqui, seus olhos me dão um sentido
Lembrar em vão de tudo, um segredo
de um sorriso, indeciso...
P
30 de jun. de 2009
29 de jun. de 2009
20 de jun. de 2009
Barco de Papel
Sou daqueles que flutuam
como uma pluma ao vento
como um balão perdido
como fluidos que não se misturam
Sou daqueles que tentam voar
ao som do céu
ao som do azul
ao som do mar
E quanto mais flutuo
mais sinto meus pés no chão
(como diria Salimen
mais pura contradição)
Tento pousar,
tento subir,
tento plainar,
tento parar.
E por mais que eu tente,
é difícil navegar sem leme
sem direção,
sem vista à frente.
Sou daqueles que navegam
em um barco de papel
como uma pluma ao vento
como um balão perdido
como fluidos que não se misturam
Sou daqueles que tentam voar
ao som do céu
ao som do azul
ao som do mar
E quanto mais flutuo
mais sinto meus pés no chão
(como diria Salimen
mais pura contradição)
Tento pousar,
tento subir,
tento plainar,
tento parar.
E por mais que eu tente,
é difícil navegar sem leme
sem direção,
sem vista à frente.
Sou daqueles que navegam
em um barco de papel
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